Tutorial agora em vídeo:
Após anunciar que irá entrar no mercado de Sistemas Operacionais (para netbooks por enquanto). A Google divulga uma lista de parceiros, afinal sem ele será impossível concorrer com a Microsoft nesse setor.
“What companies is Google working with to support Google Chrome OS?
The Google Chrome OS team is currently working with a number of technology companies to design and build devices that deliver an extraordinary end user experience. Among others, these companies include Acer, Adobe, ASUS, Freescale, Hewlett-Packard, Lenovo, Qualcomm, Texas Instruments, and Toshiba.”
O cenário da guerra está se armando, e a primeira batalha promete!
Go Google, Go!
A equipe Brawn GP uniu forças com a Upstream para trazer aos fãs de Fórmula 1 o primeiro jogo de corrida da categoria máxima do automobilismo mundial para iPhone e iPod Touch.
Ao participar no novo concurso da Brawn GP Racing, os fãs também têm a chance de ganhar um Mercedes SL Roadster. O jogo é desenvolvido pela Fishlabs iPhone Games.
Brawn GP Racing possui uma pista localizada no coração de Londres, onde os carros correm por cenários tais como Hyde Park, Big Ben e o Palácio de Buckingham. Os tempos dos jogadores nessa pista serão ranqueados mundialmente. E serão premiados de acordo com a sua posição no ranking – quanto mais rápido você for, maiores as chances de ser o vencedor! A disputa terminará no momento preciso em que o vencedor cruzar a linha de chegada na última corrida da temporada de F1 em Abu Dhabi, dia 1º de Novembro.
Nesta terça-feira dia 7, a Google anunciou que entrará no mercado de Sistemas Operacionais através do seu mais novo produto, o Google Chrome OS. Um sistema que usa o kernel do Linux, mas que não se trata de uma distro como costumamos conhecer. Trará um gerenciamento de janelas completamente novo e será voltado à computação nas nuvens.
Um pequeno trecho do anúncio oficial feito no http://googleblog.blogspot.com
“It’s been an exciting nine months since we launched the Google Chrome browser. Already, over 30 million people use it regularly. We designed Google Chrome for people who live on the web — searching for information, checking email, catching up on the news, shopping or just staying in touch with friends. However, the operating systems that browsers run on were designed in an era where there was no web. So today, we’re announcing a new project that’s a natural extension of Google Chrome — the Google Chrome Operating System. It’s our attempt to re-think what operating systems should be.
Google Chrome OS is an open source, lightweight operating system that will initially be targeted at netbooks. Later this year we will open-source its code, and netbooks running Google Chrome OS will be available for consumers in the second half of 2010. Because we’re already talking to partners about the project, and we’ll soon be working with the open source community, we wanted to share our vision now so everyone understands what we are trying to achieve.”
Quando se conversa sobre esse assunto, uma das dúvidas que sempre se levanta é: “será que a Google está preparada para adentrar nesse nicho do mercado?”. Ao meu ver, creio que ela está mais do que preparada. Hoje em dia, o aplicativo mais utilizado em um computador é o browser, e para as mais diversas tarefas que possamos imaginar. O browser, portanto, tornou-se um sistema dentro do próprio sistema. A gama de aplicativos desenvolvidos pela Google que rodam via browser, unida ao próprio browser da Google (o Chrome), rodando em cima de um SO voltado diretamente a eles, fará da Google uma grande força nesse ramo. E se o futuro é a computação nas nuvens, a Google dá um grande passo em direção a ele.
Após mais de cinco anos oficialmente em fase de testes, o Gmail está finalmente deixando para trás o rótulo de “beta”. De acordo com anúncio feito pelo Google nesta terça-feira 7, a partir de agora tanto seu serviço de e-mail como três outros aplicativos da suíte Google Apps para as empresas estão prontos, tanto no nome como também nas funcionalidades.O Google admite, no entanto, que a iniciativa se destina mais a chamar a atenção dos desejados clientes empresariais do que sinaliza um verdadeiro marco em relação ao desenvolvimento dos aplicativos em questão.
A Interpol negou nesta sexta-feira que esteja à procura do médico que tentou salvar a jovem iraniana Neda Soltan Agha, morta com um tiro no peito durante protestos em Teerã contra supostas fraudes na reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, informou o site de notícias da rede americana CBS. A informação de que a entidade internacional buscava prender Arash Heyazi foi divulgada nesta semana pelo governo iraniano.
“Em uma barraca improvisada no bairro do Fim do Mundo, perto de Lisboa, Maria usa heroína cercada de seringas descartáveis abandonadas e manchas de sangue.
Portugal é um dos poucos países do mundo em que ela não corre risco de ser presa por isso, já que o uso e o porte de drogas é legal. Pelo contrário, no bairro do Fim do Mundo organizações de saúde e sociais ainda fornecem materiais limpos para o consumo das drogas.
Há exatos oito anos, quando a lei que descriminalizou as drogas foi aprovada no país, muitos disseram que Portugal se transformaria em um centro para viciados da Europa.
No entanto, estatísticas do governo português indicam que o consumo de drogas, em vez de aumentar, caiu 10%. Ainda assim, a heroína continua a ser um problema grave em Portugal, onde o consumo da droga está entre os maiores da Europa.”
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Curioso. Eu também pensava que Portugal se transformaria em um paraíso de “sol, praias e drogas liberadas”. Se bem que eu sempre fico com um pé atrás quando se fala de estatísticas.